Açúcar União e Ajinomoto estão entre as marcas mais lembradas pelo consumidor, aponta pesquisa

28 marcasA 10ª edição do ranking das “Mais Mais” – A Escolha do Consumidor -, pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel em parceria com a revista SuperVarejo, mostrou que a Nissin-Ajinomoto, líder no segmento de macarrão instantâneo no Brasil, está entre as 28 marcas preferidas dos brasileiros. Pela primeira vez em 11 anos as marcas líderes se mantêm no topo de um ano para o outro.

Outras marcas apontadas são a Nescau, Coca-Cola, e Açúcar União.

O estudo considera, para efeito de análise, o ano fechado de 2013 (janeiro a dezembro) por meio da consolidação de informações provenientes do Painel Nacional de Domicílios.

Semanalmente, entrevistadoras da Kantar Worldpanel visitaram domicílios espalhados por todo o Brasil, que representam 81% dos lares nacionais (mais de 49 milhões de domicílios), o que equivale a 91% do potencial de consumo nacional, coletando e documentando o comportamento espontâneo de compra dos lares brasileiros para produtos alimentares, de higiene pessoal, limpeza doméstica e outros. A pesquisa abrangeu 136 categorias de produtos para esta edição.

Veja a seguir a história da União, Segundo a Camil, dona da marca.

“Em 1939, a Companhia UNIÃO, já consolidada como a produtora da mais importante marca de açúcar de São Paulo, começou a investir na infraestrutura industrial em prol da vocação pela inovação, adquirindo a Açucareira Santista. Nas proximidades do Porto de Santos, a localização era estratégica, facilitando o transporte do açúcar.

Em 1958, inaugurou o União Docelar, a primeira cozinha experimental do País – e, dois anos depois, lançou o Caderno de Receitas União – que daria início a mais uma história de sucesso, um elo efetivo entre a marca e seus consumidores.

A partir de 1973, após uma gestão de êxito de José Ferraz, sócio-presidente à época, o controle acionário da companhia passa para a Cooperativa de Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo, Copersucar. De certa forma, era como se a UNIÃO voltasse ao início de sua história, quando os irmãos Puglisi Carbone promoveram a aliança de diversos produtores em torno de uma empresa.

Em 2005, a marca UNIÃO foi adquirida pela NovAmérica, inicialmente voltada para o mercado industrial. E nas mãos de novos donos a União continuou sua trajetória como a marca de açúcar preferida dos brasileiros.

Em junho de 2009, a gigante Cosan – uma das maiores empresas do setor sucroalcooleiro no mundo e detentora da licença de uso das marcas Esso e Mobil no Brasil, entre outras atividades – incorporou as unidades industriais, comerciais e portuárias da NovAmérica e, com isso, assumiu também a marca UNIÃO.

Já em 2010, a UNIÃO investiu na diversificação e ampliou ainda mais sua carteira de produtos, visando atender a públicos cada vez mais variados. Foram lançados no varejo os produtos União Orgânico, União Demerara e União Diet, além da expansão da linha food service.

A linha food service que já contava com o Açúcar Líquido Invertido passou a ter Açúcar Impalpável, Creme Confeiteiro e Fondant União Pró. Produtos de alta performance elaborados com matérias-primas diferenciadas para possibilitar um excelente resultado nas receitas produzidas em padarias, confeitarias, sorveterias e doçarias, entre outros. Em 2011 essa linha União Pro foi descontinuada.

Ao longo da sua história a marca UNIÃO manteve sua principal característica: garantir o melhor produto para seus consumidores!

Em 2012, a marca foi adquirida pela empresa Camil.”

A Kantar Worldpanel é uma empresa da Kantar Group, divisão de Informação, Insights e Consultoria do grupo WPP, uma das maiores empresas de comunicação, mídia e pesquisa do mundo. É especialista em conhecimento do consumidor, por meio de seus painéis de consumidores, oferecendo aos clientes soluções em comportamento de compra.

 

Pesquisa mostra que torcedores tomariam mais cerveja se o estádio reciclasse o lixo

Estadios lixoO recente exemplo dos torcedores japonese, recolhendo o seu lixo após os jogos de sua seleção durante a copa do mundo FIFA de futebol no Brasil, trouxe o assunto à tona.

Quase um terço dos americanos estariam mais propensos a assistir a um jogo ou concerto, se o estádio reciclasse ou desse um descarte correto para todo o lixo deixado pela audiência, mostrou um estudo recente.

“Como você reagiria se você soubesse que todo o lixo deixado para trás após um jogo ou show que você assistiu foi resolvido … com materiais recicláveis sendo reciclados ​​e o lixo orgânico sendo enviado aos aterros?”

Um em cada cinco também comprariam mais cerveja, cachorros-quentes e salgadinhos.

“Um número significativo de fãs se preocupam com o meio ambiente, e eles vão querer saber o que é feito de  seus copos de cerveja”, disse Suzanne Shelton, CEO do Shelton Group, que conduziu a pesquisa.

Estão em jogo milhões de dólares em ingressos e de concessão de vendas, bem como toneladas de desperdício de recursos, disse Shelton. Fãs deixam cerca de 16 milhões de metros cúbicos de lixo por trás de cada ano. Isso é o suficiente para encher o Yankee Stadium e deixar mais 2 milhões de metros cúbicos de lixo fora das ruas.

A pesquisa é a primeira de seu tipo.

“Nós temos um monte de evidências de que os fãs querem ir aos estádios e querem ver mais reciclagem e compostagem, mas esta é a primeira vez que tivemos dados reais”, disse Wendell Simonson, vice-presidente de Marketing da Eco-Products, que faz pratos, copos e utensílios recicláveis.

O levantamento do Grupo Shelton entrevistou 2.015 americanos.

Perguntou: “Como você reagiria se você soubesse que todo o lixo deixado para trás após um jogo ou show que você assistiu foi resolvido … com materiais recicláveis sendo reciclados ​​e o lixo orgânico sendo enviado aos aterros?”

46% disse que iria melhorar a sua opinião a respeito dos proprietários dos locais.
32% disseram que estariam mais propensos a participar de um outro jogo ou concerto no mesmo local.
22% disseram que estariam mais propensos a comprar os produtos por um preço mais alto.
22% disse que iria melhorar a sua opinião da equipe de futebol ou banda.

Perguntou: “Como você reagiria se você soubesse que todo o lixo deixado para trás após um jogo ou show que você assistiu foi direto para um aterro sanitário, sem qualquer esforço de triagem, reciclagem ou compostagem?”

42% disseram que iriam culpar os proprietários dos locais públicos e que os nomes dos mesmos sairiam manchados.
26% disseram que estariam menos propensos a pagar mais caro
17% disseram que estariam menos propensos a participar de um outro jogo ou concerto no local.

As 100 maiores franquias do mundo

FranquiaO mundo se tornou uma grande franquia. Não há como negar. Desde uma rede de fast foods até uma cadeia de supermercados, as franquias se apresentaram como uma oportunidade de crescer e ganhar novos mercados.
Diversos fatores tem sido utilizados para dimensionar o mercado e ranquear os players. A Franchise Direct, empresa cuja missão mostra a disposição de unir oportunidades com empreendedores, vem, desde 2009, oferecendo um comparativo ranqueado das 100 maiores empresas que oferecem franquias no mundo.
O critério não é tão simples como possa se pensar. Afinal, o que significa ser a maior? ter a maior quantidade de lojas? de funcionários? ter o maior faturamento? A FD apresenta um mix de diversos fatores e apresenta a sua lista anualmente.
Veja abaixo a relação de 2014:

Posição Nome País Ramo
1 SUBWAY® Estados Unidos Fast Food
2 McDonald’s Estados Unidos Fast Food
3 KFC Estados Unidos Frango
4 Burger King Estados Unidos Fast Food
5 7 Eleven Estados Unidos Conveniência
6 Pizza Hut Estados Unidos Pizza
7 GNC Live Well Estados Unidos Bem Estar
8 Wyndham Hotel Estados Unidos Hotel
9 Dunkin’ Donuts Estados Unidos Donuts
10 DIA Espanha Conveniência
11 RE/MAX Estados Unidos Imóveis
12 Domino’s Pizza Estados Unidos Pizza
13 Ace Hardware Estados Unidos Melhorias no lar
14 Circle K Estados Unidos Conveniência
15 InterContinental Reino Unido Hotel
16 Hertz Estados Unidos Aluguel de carros
17 Baskin-Robbins Estados Unidos Sorvetes
18 Jani-King Estados Unidos Limpeza
19 Liberty Taxas Estados Unidos Taxas
20 Snap-on Tools Estados Unidos Reparos Automotivos
21 Taco Bell Estados Unidos Fast Food
22 Choice Hotels Estados Unidos Hotel
23 Anytime Fitness Estados Unidos Academia
24 JAN-PRO Cleaning Estados Unidos Limpeza
25 Chem-Dry Carpet Estados Unidos Limpeza de Carpetes
26 Marriott Estados Unidos Hotel
27 Hilton Estados Unidos Hotel
28 SIGNARAMA Estados Unidos Gráfica Rápida
29 Groupe Casino França Alimentos
30 Wendy’s Estados Unidos Fast Food
31 Papa Johns Estados Unidos Pizza
32 Tim Hortons Canadá Donuts
33 Yogen Fruz Canadá Iogurte
34 Europcar França Aluguel de carros
35 ServiceMastern Estados Unidos Limpeza
36 Coldwell Banker Estados Unidos Imóveis
37 Century 21 Estados Unidos Imóveis
38 Carrefour França Conveniência
39 EmbroidMe Estados Unidos Marketing e Publicidade
40 CruiseOne Estados Unidos Cruzeiros
41 Naturhouse Espanha Bem estar
42 Ziebart Estados Unidos Automotivo
43 Kumon Japão Educação
44 Coverall Estados Unidos Limpeza
45 The Coffee Bean Estados Unidos Café
46 Midas Estados Unidos Reparos Automotivos
47 Vanguard Estados Unidos Limpeza
48 Cinnabon Estados Unidos Donut s
49 Great Clips Estados Unidos Salão de beleza
50 Smoothie King Estados Unidos Smoothie
51 Novus Estados Unidos Reparos Automotivos
52 The UPS Store Estados Unidos Encomendas
53 H&R Block Canadá Financeira
54 Jiffy Lube Estados Unidos Troca de óleo
55 Hardee’s Estados Unidos Fast Food
56 Molly Maid Estados Unidos Limpeza doméstica
57 Merry Maids Estados Unidos Limpeza doméstica
58 ActionCOACH Estados Unidos Consultoria
59 VOM FASS Alemanha Varejo
60 Meineke Car er Estados Unidos Reparos Automotivos
61 Husse Suécia Pet Shop
62 Express Estados Unidos Recrutamento
63 Yves Rocher França Cosméticos
64 Curves Estados Unidos Fitness
65 Gold’s Academia Estados Unidos Academia
66 Snap Fitness Estados Unidos Academia
67 Groupe Auchan França Alimentos
68 Budget Blinds Estados Unidos Serviços para o lar
69 Pita Pit Canadá Fast Food
70 Dairy Queen Estados Unidos Fast Food
71 Arby’s Estados Unidos Fast Food
72 Matco Tools Estados Unidos Reparos Automotivos
73 Tutor Doctor Canadá Tutoria
74 Cold Stone Estados Unidos Sorvetes
75 Long John Estados Unidos Fast Food
76 Auntie Anne’s Estados Unidos Donuts
77 Edible Estados Unidos Presentes
78 PIRTEK USA Australia Industrial
79 Cartridge World Australia Informática
80 FASTSIGNS Estados Unidos Gráfica Rápida
81 Precision Tune Estados Unidos Reparos Automotivos
82 IHOP Estados Unidos Fast Food
83 Antal Reino Unido Recrutamento
84 A&W Restaurants Estados Unidos Restaurante
85 Ben & Jerry’s Estados Unidos Sorvetes
86 Mr. Handyman Estados Unidos Reparos
87 Denny’s Estados Unidos Fast Food
88 Minuteman Press Estados Unidos Gráfica Rápida
89 Mathnasium Estados Unidos Educação
90 Moe’s Grill Estados Unidos Fast Food
91 Johnny Rockets Estados Unidos Fast Food
92 Supercuts Estados Unidos Salão de beleza
93 Furniture Medic Estados Unidos Reparos
94 5àSec França Lavanderia
95 Applebees Estados Unidos Fast Food
96 Häagen-Dazs Estados Unidos Sorvetes
97 Merle Norman Estados Unidos Cosméticos
98 WSI Canadá Internet
99 Five Guys Estados Unidos Fast Food
100 Sylvan Learning Estados Unidos Educação

O país dos Shopping Centers – Os Rolezinhos

rolezinhoRecentemente um novo tipo de manifestação, o rolezinho, tem tomado conta do país. Trata-se de visitas a Shoppings, em horários combinados pelas mídias sociais, por milhares de jovens. Não está em jogo a liberdade ou não do ir e vir. Todos tem direito a visitar um shopping e passar um dia agradável por lá. O que está em jogo é manter o rolezinho de forma pacífica, quando se sabe que, entre milhares de jovens bons, podem se encontrar alguns arruaceiros. Isso tem feito com que os Shoppings tomem inúmeras atitudes. Desde a solicitação de documentos à entrada até o fechamento das lojas ou do próprio Shopping durante os eventos. A ABRASCE, vem agora a público prestar esclarecimentos sobre episódios envolvendo o setor.

Abaixo, a íntegra do comunicado:

“Além do comércio, os shoppings são hoje locais de lazer, cultura, alimentação, serviços e convivência. Recebem 400 milhões de frequentadores por mês e empregam mais de um milhão de trabalhadores, gerando outros dois milhões de empregos indiretos.

São, acima de tudo, espaços democráticos, que atendem a pessoas de todos os perfis sociais e de diferentes idades. Abrigam a diversidade e a inclusão social, muitas vezes em regiões com raras opções de entretenimento.

O setor tem orgulho de participar da vida de grande parte do povo brasileiro. Nestes últimos 40 anos, os shoppings, indistintamente, têm recebido, de maneira harmônica e agradável, na mais absoluta paz, todo o seu público.

Também se tornaram ponto de encontro da maioria dos jovens, que se sentem acolhidos, com segurança e conforto.

Conforme demonstrado em recente pesquisa, divulgada pelo Datafolha, a maciça maioria dos paulistanos frequenta e apoia os shoppings, cenário que, na nossa visão, é comum para todo o país.

Ao mesmo tempo, os empreendimentos têm a grande responsabilidade de zelar pela segurança e pelo bem-estar de todos. Por isso, é essencial lembrar que seu espaço físico e sua operação não são planejados para receber, com segurança, eventos de porte ou manifestações de qualquer natureza.

O shopping, como todas as demais propriedades de uso comercial (supermercados, edifícios comerciais e galerias, por exemplo), garante o livre acesso a todos, dentro dos limites da lei. Esse direito, porém, deve sempre ocorrer com respeito à integridade física das pessoas e à liberdade de ir e vir, consagrada a todos pela Constituição brasileira.

Nesse sentido, o setor tem buscado iniciativas para garantir a segurança e o bem-estar de seus frequentadores, funcionários e lojistas, sempre com o máximo respeito a todos os públicos, que são e serão sempre muito bem-vindos.”

Orkut faz 10 anos. Quantas redes sociais chegaram a tanto?

redes-sociaisQuando converso com adolescentes a respeito do Orkut, tenho as mais diversas reações. Desde um “Nunca usei” até, coisas do tipo “Isso é da época dos meus avós”. Época dos meus avós? talvez o mundo tenha mudado tanto que um prazo de um a dois anos seja o suficiente para colocar músicas na categoria flashback. Lembro-me que a música My Sweet Lord de George Harrison ficou um ano nas paradas e demorou outros 4 ou 5 para sair de nossas cabeças. Hoje uma música não passa de um a dois meses. Após esse prazo, se torna flashback.

O mesmo está ocorrendo com as mídias sociais. A queridinha da vez é o Facebook, após um reinado incontestável do Orkut por quase uma década. O que ouço atualmente a respeito do Facebook? “estou saindo”, “nunca gostei muito”… bem o gosto das pessoas muda, mas já era sabido que o Facebook reinaria mas sempre esteve em um processo de orkutização, ou seja as próprias pessoas que saíram e criticaram o Orkut se instalaram no Facebook para agora tentar entrar em alguma outra rede que ainda não esteja orkutizada.

O Orkut tem apenas 10 anos. Inacreditável, não? o Facebook está chegando lá. O Twitter tem 7. O Myspace nunca chegou por aqui. O Google+, na minha opinião, uma das melhores plataformas para relacionamentos virtuais, nunca pegou no Brasil. Mas, está crescendo. No mundo já ocupa o quarto lugar. As pessoas estão deixando o Facebook. Mas para onde estão indo? tomara que seja para um relacionamento presencial. Mas não é isto com certeza que acontecerá. Com certeza, os jovens irão para alguma rede que seus pais não participem, e ficarão lá até que a família invada seus espaços. Não é isto que está acontecendo com o Facebook? adolescentes deixando a plataforma e pessoas mais velhas aderindo aos borbotões? Veja as datas de aniversário de cada rede:

Orkut: 24 de Janeiro de 2004

Facebook: 04 de Fevereiro de 2004

Google+: 28 de junho de 2011

MySpace: Agosto de 2003

Twitter: 2006

Segundo o site ebiz mba, os 10 mais populares até esta data são:

1 | Facebook
800,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 3 – Compete Rank | 3 – Quantcast Rank | 2 – Alexa Rank.
2 | Twitter
250,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 30 – Compete Rank | 5 – Quantcast Rank | 9 – Alexa Rank.
3 | LinkedIn
200,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 24 – Compete Rank | 17 – Quantcast Rank | 8 – Alexa Rank.
4 | Google Plus+
50,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | *24* – Compete Rank | *28* – Quantcast Rank | NA – Alexa Rank.
5 | Pinterest
140,500,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 40 – Compete Rank | 14 – Quantcast Rank | 26 – Alexa Rank.
6 | Tumblr
110,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 55 – Compete Rank | 13 – Quantcast Rank | 25 – Alexa Rank.
7 | Flickr
67,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 115 – Compete Rank | 102 – Quantcast Rank | 65 – Alexa Rank.
8 | VK
65,400,000 – Visitantes únicos mensais estimados | *150* – Compete Rank | *120* – Quantcast Rank | 22 – Alexa Rank.
9 | Instagram
50,000,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 51 – Compete Rank | 307 – Quantcast Rank | 39 – Alexa Rank.
10 | MySpace
26,500,000 – Visitantes únicos mensais estimados | 22 – Compete Rank | 70 – Quantcast Rank | 761 – Alexa Rank.

Fonte: ebiz mba. disponível em <http://www.ebizmba.com/articles/social-networking-websites> acesso em 24 de janeiro de 2014

Crédito da imagem do slider: C4

O país dos Shopping Centers – Os Números Regionais

shoppingOs Shopping Centers não podem mais ser considerados apenas como “a praia do paulistano” como eram rotulados até um certo tempo atrás. Característica básica de uma cidade onde as pessoas se sentiam mais seguras e podiam, em um único lugar, fazer suas compras, almoçar, assistir a um filme e passear, tudo com o conforto de um condicionador de ar, os Shopping Centers, durante décadas foram uma opção às principais cidades e capitais do Brasil. O passar do tempo, no entanto, mostrou que locais onde se imaginava que nunca haveria um Shopping Center, se apresentaram como ótimas opções de compra, lazer e alimentação para a população.

Atualmente, de um total de 495 Shoppings, de acordo com a ABRASCE, Associação Brasileira de Shopping Centers, as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste já representam, somadas, 27% do número de estabelecimentos em todo o Brasil. (Veja artigo a respeito aqui: O país dos Shopping Centers (01) – Os números do setor. A região Sul, com seus três estados representa 17,6% e a região Sudeste ainda mantém a maioria, com 55,4% do total. Alguns fatores, no entanto, devem ser considerados. O Sudeste aparece com 55,4% dos estabelecimentos mas oferece 57,59% de toda a área locável do país. Por outro lado, a região Sul apresenta 17,60% dos estabelecimentos mas só possui 14,23% da área disponível para lojas. O Fator ABL (Área Bruta Locável) pode ser analisado na tabela abaixo.

 

  Região Nº de Shoppings % do Total Área Bruta Locável % da ABL
  Norte 21 4,20% 560.407 4,40%
  Nordeste 68 13,70% 1.959.751 15,38%
  Centro-Oeste 45 9,10% 1.069.906 8,40%
  Sudeste 274 55,40% 7.336.708 57,59%
  Sul 87 17,60% 1.812.606 14,23%
  Total 495 100% 12.739.379 100,00%

Fonte: ABRASCE

O país dos Shopping Centers – Os números do setor

Os números são Impressionantesibirapuera. Algumas estatísticas apontam mais de mil shoppings em operação no Brasil. Outras são menos otimistas e apresentam números que não passam dos quinhentos estabelecimentos. Mas um detalhe é fato: o brasileiro se acostumou a comprar em Shopping. Nas grandes cidades, onde o centro era o ponto principal de compras, a população acabou mudando seus hábitos. Afinal onde se pode almoçar, comprar, se divertir, assistir a um filme no cinema ou uma boa peça de teatro com todo o conforto e comodidade?
Segundo a ABRASCE – Associação Brasileira de Shopping Centers, existem atualmente no Brasil 495 Shoppings. Pode parecer um número baixo, mas impressiona a área locável desses shoppings: mais de 12 milhões de metros quadrados. O que vale dizer que há espaço para quase 90 mil lojas.
A ocupação atual é feita por 2.636 lojas âncora, 1.758 Megalojas e 75.566 lojas satélites.
878 espaços são ocupados por empreendimentos de lazer. A área de serviços corresponde a 7.029 lojas e os cinemas apresentam 2.185 salas, totalizando 87.867 lojas.
Para receber os consumidores os shoppings brasileiros oferecem 729.201 vagas de estacionamento, que de forma rotativa, podem levar milhões de pessoas a comprar em um único dia. Para atender essa demanda, os Shoppings empregam, segundo a ABRASCE 843.254 funcionários.
São números surpreendentes, mas compreensíveis quando se analisa o faturamento do setor: 120 Bilhões de Reais, excluindo-se a venda de combustíveis e GLP. Isso representa quase 20% de todas as vendas do varejo nacional. Sendo que, o ticket médio, é muito superior às compras em um shopping do que aquelas efetuadas em uma loja de rua. E os números continuam crescendo. Estas estatísticas apresentam apenas números de estabelecimentos com mais de 5.000 metros quadrados, vagas de estacionamento e lojas âncoras. Excluindo-se, assim, os minishoppings e as galerias.